may 2020 • Hypertension

2020 International Society of Hypertension Global Hypertension Practice Guidelines

Unger T., et al.

DOI: 10.1161/HYPERTENSIONAHA.120.15026

Content curated by:David Rodrigues

Key message

Guidelines da International Society of Hyoertension que têm elevado teor prático e que pretendem ser um consenso à volta do cada vez mais relevante tema da Hipertensão arterial. Com metodologia baseada em consenso de peritos refere ter como propósito (1) ser usada globalmente; (2) ser adequada para aplicação em ambientes com poucos ou elevados recursos, aconselhando sobre padrões essenciais e ótimos; e (3) ser concisa, simplificada e fácil de usar. Existem três sprincipais diferenças com as guidelines ESC 2018: 1 - a mais relevante, esta guidelines tem uma abordagem mais conservadora (segura?) que defende que não se deve ir imediatamente de uma combinação dupla para a terapia tripla, mas sim fazer uso de uma etapa intermédia que leva o paciente de terapia de combinação dupla de dose baixa para dose dupla de alta. 2 - é dada muita atenção à necessidade dos médicos obterem as melhores informações possíveis sobre a adesão dos pacientes ao tratamento, dado o importante papel desempenhado pela baixa adesão na baixa taxa de control da pressão arterial 3 - por fim, novidade, na seção dedicada ao tratamento por mudanças de estilo de vida, propoem-se medidas redutoras de stress (meditação, ioga, etc), algo que habitualmente não é considerado. Referem ainda que a guideline foi desenvolvida sem qualquer apoio da indústria ou de outras fontes. Os autores declaram não ter conflitos de interesse apesar de receberem pagamentos por formação ou consultadoria. O documentos divide-se nos seguintes tópicos: Seção 1. Introdução Seção 2. Definição de Hipertensão Seção 3. Medição da pressão arterial e diagnóstico de hipertensão Seção 4. Testes de diagnóstico e clínicos Seção 5. Fatores de risco cardiovascular Seção 6. Lesões de órgãos mediadas por hipertensão Seção 7. Exacerbadores e indutores de hipertensão Seção 8. Tratamento da hipertensão 8.1 Modificação do estilo de vida 8.2 Tratamento Farmacológico 8.3 Adesão ao tratamento anti-hipertensivo Seção 9. Comorbilidades comuns e outras comorbilidades da hipertensão Seção 10. Circunstâncias específicas 10.1 Hipertensão Resistente 10.2 Hipertensão Secundária 10.3 Hipertensão na gravidez 10.4 Emergências Hipertensivas 10.5 Etnia, Raça e Hipertensão Seção 11. Recursos Seção 12. Visão geral da gestão da hipertensão

Abstract

Context and Purpose of This Guideline Statement of Remit To align with its mission to reduce the global burden of raised blood pressure (BP), the International Society of Hypertension (ISH) has developed worldwide practice guidelines for the management of hypertension in adults, aged 18 years and older. The ISH Guidelines Committee extracted evidence-based content presented in recently published extensively reviewed guidelines and tailored and standards of care in a practical format that is easy-to-use particularly in low, but also in high resource settings – by clinicians, but also nurses and community health workers, as appropriate. Although distinction between low and high resource settings often refers to high (HIC) and low- and middle-income countries (LMIC), it is well established that in HIC there are areas with low resource settings, and vice versa. Herein optimal care refers to evidence-based standard of care articulated in recent guidelines1,2 and summarized here, whereas standards recognize that standards would not always be possible. Hence essential standards refer to minimum standards of care. To allow specification of essential standards of care for low resource settings, the Committee was often confronted with the limitation or absence in clinical evidence, and thus applied expert opinion. In the Guidelines, differentiation between optimal and essential standards were not always possible, and were made in sections where it was most practical and sensible. The Guidelines Committee is also aware that some recommended essential standards may not be feasible in low resource settings, for example, out-of-office BP measurements, the requirement of multiple visits for the diagnosis of hypertension, or advising the use of single pill combination therapy. Although challenging to implement, these guidelines may aid in local initiatives to motivate policy changes and serve as an instrument to drive local improvements in standards of care. Every effort should be made to achieve essential standards of care to reduce hypertension-induced cardiovascular morbidity and mortality...