june 2020 • Annals of internal Medicine

Prevalence of Asymptomatic SARS-CoV-2 Infection - A Narrative Review

Oran D. P., Topol E. J.

DOI: 10.7326/M20-3012

Content curated by::David Silvério Rodrigues

Key message

Revisão narrativa - desenho com limitações metodológicas, da evidência disponível sobre a infecção assintomática por SARS-CoV-2. Concluem que as pessoas assintomáticas parecem ser responsáveis por aproximadamente 40% a 45% das infecções por SARS-CoV-2 e podem transmitir o vírus a outras pessoas por um período prolongado, talvez por mais de 14 dias. A infecção assintomática pode estar associada a alterações subclínicas do pulmão, detectadas pela TAC. Propõem que pelo elevado risco de disseminação por pessoas assintomáticas, os programas de teste incluam aqueles sem sintomas. Para complementar o teste de diagnóstico convencional, que é limitado pela capacidade, custo e sua natureza única, táticas inovadoras para a vigilância em saúde pública, como crowdsourcing de dados digitais monitorização de sistemas públicos de esgotos sejam potencialmente úteis. Notas: - há estudos em águas residuais a serem feitos em Portugal. - É discutível a proposta dos autores de alargar para rastreio populacional pois os testes apresentam baixa sensibilidade e especificidade para serem úteis nesse contexto. - não surpreende a taxa de assintomáticos encontrada. Faz sentido numa doença que rapidamente se tornou pandemia.

Abstract

Severe acute respiratory syndrome coronavirus 2 (SARS-CoV-2) has spread rapidly throughout the world since the first cases of coronavirus disease 2019 (COVID-19) were observed in December 2019 in Wuhan, China. It has been suspected that infected persons who remain asymptomatic play a significant role in the ongoing pandemic, but their relative number and effect have been uncertain. The authors sought to review and synthesize the available evidence on asymptomatic SARS-CoV-2 infection. Asymptomatic persons seem to account for approximately 40% to 45% of SARS-CoV-2 infections, and they can transmit the virus to others for an extended period, perhaps longer than 14 days. Asymptomatic infection may be associated with subclinical lung abnormalities, as detected by computed tomography. Because of the high risk for silent spread by asymptomatic persons, it is imperative that testing programs include those without symptoms. To supplement conventional diagnostic testing, which is constrained by capacity, cost, and its one-off nature, innovative tactics for public health surveillance, such as crowdsourcing digital wearable data and monitoring sewage sludge, might be helpful.